6 DICAS PARA ENVELHECER COM SAÚDE 1) Melhorar a função musculoesquelética, a mobilidade e a vitalidade
Não tem segredo: para deixar músculos e ossos em plena capacidade, a regra de ouro é fazer exercício físico – com orientação profissional – e comer bem. Deficiências de nutrientes como cálcio, vitamina D e proteínas devem ser contra-atacados.
Se não der para cobrir isso na alimentação (ou com banhos de sol, no caso da vitamina D), a suplementação surge como opção. Só não vale apelar para as cápsulas sem consultar um profissional.
2) Manter a capacidade de enxergar e ouvir direito
Diversas causas de perda de visão ou auditiva são, sim, preveníveis. A retinopatia diabética, que causa cegueira, pode ser evitada mantendo os níveis de glicose no sangue sob controle e realizando exames regulares. E muitas infecções, como a toxoplasmose, afetam as estruturas que ficam dentro da orelha.
E, se os olhos ou o ouvido não estão funcionando tão bem, ainda há o que fazer. Óculos de grau e aparelhos auditivos costumam melhorar bem a situação.
Com essas funções em ordem, fica mais fácil dar conta das tarefas do dia a dia e evitar quedar ou tropeções que às vezes provocam consequências sérias.
3) Evitar quedas
Principalmente diante da osteoporose, um tombo às vezes resulta em ossos quebrados. E fraturas no quadril ou no fêmur, por exemplo, estão entre as grandes causas de perda de dependência. Como se não bastasse, muitas delas são associadas a maiores taxas de mortalidade.
4) Cuidar de problemas relacionados à idade, como a incontinência urinária
Várias encrencas mais frequentes com o avançar dos anos abalam a capacidade intrínseca. A OMS chega a mencionar diretamente a incontinência urinária pelo fato de ela não raro isolar seus portadores em casa. Acima disso, a perda de urina faz o indivíduo se apressar para ir ao banheiro – o que facilita tropeções e, com isso, fraturas.
Ao tratar essa e outras doenças, o idoso consegue seguir com sua vida mais tranquilamente.
5) Prevenir déficits cognitivos (ou demências) e promover o bem-estar psicológico
Quando a cabeça não está legal, fica complicado cumprir quaisquer afazeres. Demência, depressão e outras enfermidades do tipo merecem um olhar cuidadoso. Não pense que a perda de memória e a melancolia são naturais com a idade.
6) Dar apoio aos cuidadores
Um profissional treinado e disposto aumenta muito as chances de restabelecer as forças de um idoso que passou por algum entrevero. Do outro lado, um atendimento inadequado chega a agravar problemas.
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
domingo, 25 de abril de 2010
Lúcio Monteiro de Castro - Gerontólogo
domingo, 21 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Lúcio Monteiro de Castro
Lúcio Monteiro de Castro tem experiência nos cuidados com idosos com ferimentos cutaneos decorrentes de uma posição continua ou inadequada no leito bem como no tratamento das escaras.
As Escaras de Decubito
As escaras de decubito são feridas que frequentemente surgem em pacientes acamados quer nsejam hospitalizados quer sejam institucionalizados ou mesmo acamados no próprio lar. Os pacientes acamados que não podem mudar de decubito (posição) por si só, precisam do auxilio de terceiros, para evitar que uma posição uniforme cause as escaras de decubito, lembrando também que o lençol transversal chamado de traçado mão deve conter ondulações pois é também um fator que predispõe à formação de escaras de decubito. A mudança periódica da posição dos acamados também é benigna em relação aos pés do acamado, uma vez que pode ocorrer a formação de bolhas, que requer o auxilio dos chamados salva-pés.
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